Na reportagem exibida no dia 4 de setembro de 2025, o “JR Dinheiro” aponta que criminosos estão se passando por advogados para enganar pessoas que possuem processos em andamento. Esses golpistas utilizam informações reais, acessadas em sites de tribunais, como número e assunto da ação, nomes das partes envolvidas (autor, réu, advogado), valor da causa e andamento processual, criando uma aparência de veracidade e credibilidade.
A partir dessas informações, os estelionatários entram em contato com as vítimas — geralmente via mensagem — e se apresentam como advogados. Em suas abordagens, eles solicitam pagamentos por Pix, alegando que se referem a taxas como perícias, liberação de alvarás ou a antecipação do valor que supostamente foi obtido na causa judicial. Também chegam a pedir dados bancários sob o pretexto de depositar o montante devido.
A reportagem reforça várias recomendações de segurança essenciais:
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Nunca compartilhe dados pessoais ou bancários sem ter certeza da identidade de quem está do outro lado da linha.
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Evite clicar em links suspeitos ou baixar arquivos desconhecidos.
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Em caso de suspeita ou efetivo pagamento, registre um boletim de ocorrência, apresente o histórico das conversas e guarde o comprovante de transação financeira.
Além disso, o esquema caracteriza crime de estelionato, falsidade ideológica e uso indevido da identidade profissional, infrações passíveis de investigação e punição legal.

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