O diabetes, também chamado de diabetes mellitus, é uma condição caracterizada pelo aumento persistente da glicose no sangue, resultante de falhas na produção ou ação da insulina.
No Brasil, a doença atinge cerca de 20 milhões de pessoas, o equivalente a 10 % da população.
Os sintomas mais frequentes incluem sede intensa, apetite aumentado, urinação frequente, perda de peso inexplicável e visão embaçada.
No entanto, muitos indivíduos podem ser portadores da doença sem apresentar sinais visíveis por isso, uma consulta médica acompanhada de exames como glicemia em jejum e hemoglobina glicada é fundamental para confirmação do diagnóstico.
O diabetes tipo 1 geralmente se manifesta na infância ou adolescência, quando o pâncreas deixa de produzir insulina. Já o tipo 2 é mais comum entre adultos e está associado a fatores como estilo de vida inadequado e resistência à ação da insulina. A diabetes gestacional ocorre durante a gravidez, podendo regredir após o parto.
Dentre os fatores de risco estão histórico familiar de diabetes (especialmente em parentes de primeiro grau), obesidade, sedentarismo e ter apresentado diabetes gestacional. Estima-se que entre 80 % a 90 % dos pacientes com diabetes tipo 2 estejam acima do peso ou obesos.
O tratamento baseia-se em mudanças no estilo de vida alimentação equilibrada e prática regular de atividades físicas e pode incluir medicamentos orais, insulina ou análogos de GLP-1
A detecção precoce e o acompanhamento médico orientado são cruciais para prevenir complicações crônicas como infarto, AVC, problemas na circulação periférica (que podem levar à amputação), perda da visão, insuficiência renal e neuropatia periférica

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