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Domingo, 26 de Julho de 2026
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Escritório da família de Moraes nega atuação no STF em serviços prestados ao Banco Master

Nota oficial detalha consultoria em compliance e gestão ética; contrato com a instituição financeira teria sido de R$ 129 milhões por três anos.

Se Liga PVH
Por Se Liga PVH
Escritório da família de Moraes nega atuação no STF em serviços prestados ao Banco Master
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O escritório de advocacia Barci de Moraes, liderado pela advogada Viviane Barci de Moraes e composto pelos filhos do ministro Alexandre de Moraes, divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira (9) para esclarecer sua relação com o Banco Master. No comunicado, a banca enfatizou que suas atividades para a instituição financeira foram estritamente técnicas e que jamais conduziu qualquer causa ou processo perante o Supremo Tribunal Federal (STF).

As explicações surgem em um momento de atenção pública, logo após o ministro Alexandre de Moraes negar ter recebido mensagens de Daniel Vorcaro, dono do banco, na data de sua primeira prisão durante a Operação Compliance Zero. O escritório detalhou que a prestação de serviços ocorreu entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, envolvendo uma equipe de 15 advogados focada em áreas consultivas e de gestão interna.

De acordo com o comunicado, o trabalho desenvolvido pela banca resultou na produção de 36 pareceres jurídicos e na realização de 94 reuniões de trabalho. O foco das atividades estava na implementação do código de ética e conduta, além do aprimoramento das políticas de compliance do Banco Master. Embora os valores oficiais não tenham sido confirmados na nota, informações de mercado estimam que o contrato alcançaria a cifra de R$ 129 milhões em três anos, com pagamentos mensais interrompidos apenas após a intervenção do Banco Central na instituição.

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A banca Barci de Moraes ressaltou que sua atuação se limitou às instâncias de consultoria e justiça comum, reiterando a inexistência de qualquer peticionamento ou defesa no âmbito da Corte Suprema. O esclarecimento visa afastar suspeitas de conflito de interesses ou tráfico de influência, reforçando que os serviços prestados foram de natureza administrativa e corporativa, sem relação com as decisões do magistrado no STF.

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FONTE/CRÉDITOS: Andre Richter - Repórter da Agência Brasil - 20
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