Durante a gestão municipal, um programa de repasse direto destinou R$ 29 milhões às 141 escolas para manutenção, reformas e ampliações. Segundo a proposta, a iniciativa permitiu que problemas estruturais fossem solucionados com mais rapidez nas unidades de ensino.

O desafio na rede estadual é maior diante das condições identificadas no diagnóstico da educação. Os dados apontam que 47,1% das escolas públicas de Rondônia não têm biblioteca ou sala de leitura.
Entre as escolas estaduais, 54% não possuem quadra esportiva e 60,4% não contam com laboratório de informática. O cenário é ainda mais crítico em relação aos laboratórios de ciências, ausentes em 84,4% das unidades.
Na prática, mais de oito em cada dez escolas ficam sem um espaço específico para atividades experimentais. Para a proposta, a modernização da infraestrutura é parte das condições necessárias para melhorar a experiência dos estudantes.
O Plano de Governo prevê um levantamento das condições de cada escola para identificar as unidades que precisam de investimentos com maior urgência. A intenção é direcionar os recursos segundo as necessidades encontradas.
Entre as prioridades apresentadas estão reformas, manutenção preventiva, climatização e acessibilidade. O plano ainda inclui melhorias nas instalações elétricas, conectividade e modernização tecnológica das escolas.
A proposta busca transformar a estrutura física das unidades em um suporte mais adequado para as atividades pedagógicas. A ideia é que os estudantes tenham ambientes mais seguros, confortáveis e preparados para as necessidades atuais.
Hildon defende que uma educação moderna precisa estar acompanhada de uma estrutura escolar compatível com as necessidades dos alunos. A proposta pretende utilizar a experiência acumulada na gestão municipal como referência para a rede estadual.
“Não existe educação moderna numa escola que ainda funciona com estrutura do passado. Em Porto Velho, nós investimos nas unidades e aprendemos que escola bem cuidada ainda auxilia o aluno a aprender”, afirma Hildon.
O candidato ainda ressalta que a estrutura da escola está relacionada à permanência e ao desenvolvimento dos estudantes. Para ele, o ambiente escolar deve oferecer condições para que os jovens estejam preparados para as oportunidades existentes em cada região.
“Nosso jovem precisa sair da escola preparado para as oportunidades que existem onde vive. E isso inicia com uma escola que funcione de verdade”, afirma.
A proposta prevê que o diagnóstico das unidades seja utilizado para estabelecer as prioridades de investimento. Os próximos passos dependerão da execução do plano e da definição das escolas que apresentarem maior necessidade de intervenção.

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