A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Velho, cumpriu um mandado de prisão preventiva nesta terça-feira, dia 15 de setembro de 2026, contra um homem de 58 anos que atuava como líder religioso. O suspeito é investigado formalmente por crimes contra a dignidade sexual praticados contra mulheres no âmbito de suas atividades. A ordem de prisão foi determinada pelo Poder Judiciário depois de o avanço das investigações conduzidas pela unidade especializada. Para preservar a integridade das vítimas e garantir o sigilo processual, as autoridades informaram que os nomes dos envolvidos e da instituição religiosa não serão divulgados.
A delegacia especializada orienta que outras eventuais vítimas que tenham sofrido abusos no mesmo contexto procurem atendimento na unidade. O acolhimento institucional é realizado de forma segura, humanizada e estritamente sigilosa. As denúncias e informações adicionais podem ser repassadas à comunidade por meio do Disque 197 da Polícia Civil para relatos anônimos, do Disque 180 da Central de Atendimento à Mulher para orientações em tempo integral, ou pelo telefone 190 da Polícia Militar em situações de emergência imediata. A instituição policial reforçou publicamente o seu compromisso institucional com a proteção das vítimas, a rigorosa apuração dos fatos e o enfrentamento de todas as formas de violência de gênero no estado.
A atuação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher integra os esforços contínuos das forças de segurança do estado para coibir crimes e garantir a responsabilização de agressores, independentemente de posições sociais ou religiosas. O suporte especializado visa encorajar novos relatos e assegurar o acompanhamento psicológico e jurídico adequado às pessoas afetadas. A divulgação dos canais de emergência busca facilitar o acesso rápido da população aos serviços de proteção mantidos pelos órgãos públicos de segurança e defesa social.
As autoridades policiais destacam que a colaboração da sociedade é fundamental para a elucidação de casos sensíveis e para a interrupção de práticas ilícitas. O inquérito policial continuará em andamento sob sigilo até a conclusão das diligências necessárias e o posterior encaminhamento dos autos ao Ministério Público para a formalização das denúncias criminais perante o Poder Judiciário.

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