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Quinta-feira, 11 de Junho de 2026
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Briga de casal termina em agressão e prisão com uso de gás de pimenta

Conflito motivado por ciúmes resultou em lesão corporal e danos a veículo na noite de segunda-feira em Vilhena; Polícia Militar precisou conter a suspeita após resistência à abordagem.

Se Liga PVH
Por Se Liga PVH
Briga de casal termina em agressão e prisão com uso de gás de pimenta
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Um desentendimento entre um casal homoafetivo terminou em delegacia na noite da última segunda-feira (23), em Vilhena. A ocorrência, registrada por volta das 23h30, envolveu denúncias de violência doméstica, dano ao patrimônio e resistência à prisão. Segundo o relato policial, a confusão teve início durante o trajeto em que uma das mulheres buscava a companheira no trabalho, desencadeando uma crise de ciúmes que evoluiu para agressões físicas e atos de vandalismo contra o automóvel da família.

A vítima, de 31 anos, relatou aos militares que foi agredida com arranhões no braço direito enquanto dirigia. Ao estacionar o carro, a agressora, de 37 anos, desembarcou e passou a depredar o veículo, quebrando retrovisores, lanternas traseiras e danificando as placas. Após o ataque inicial, a suspeita fugiu do local, sendo localizada posteriormente pela guarnição da Polícia Militar na residência onde o casal convivia.

No endereço do casal, o clima de hostilidade persistiu. De acordo com o boletim de ocorrência, as mulheres voltaram a discutir na presença dos policiais, chegando a trocar empurrões. Ao receber voz de prisão, a mulher de 37 anos apresentou comportamento agressivo e ofereceu resistência física, o que obrigou a equipe policial a utilizar gás de pimenta e algemas para garantir a segurança de todos os envolvidos e a efetivação da custódia.

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As duas envolvidas foram conduzidas à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para prestarem esclarecimentos à autoridade policial de plantão. O caso foi registrado como lesão corporal e dano qualificado, seguindo agora para os trâmites do sistema judiciário. A Polícia Militar reforçou que o uso de força não letal foi necessário devido ao estado de exaltação da suspeita, que se recusava a colaborar com os procedimentos legais no momento da abordagem.

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FONTE/CRÉDITOS: Folha do Sul - 20
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