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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2026
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Economia

Coluna do SIMPI – Simpi Alerta: débitos com a Receita? Não espere setembro chegar!

o marco das 700 semanas representa uma relação construída com milhares de pessoas que todos os dias enfrentam os desafios de manter seus negócios funcionando.

Se Liga PVH
Por Se Liga PVH
Coluna do SIMPI – Simpi Alerta: débitos com a Receita? Não espere setembro chegar!
Imagem: News Rondônia
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Empresários optantes pelo Simples Nacional e Microempreendedores Individuais (MEIs) que possuem débitos fiscais precisam redobrar a atenção neste mês de agosto. O alerta é do Sindicato da Micro e Pequena Indústria (SIMPI), diante do processamento das empresas que receberam Termo de Exclusão e correm o risco de ficar fora do regime tributário em 2027. Embora programas de negociação de débitos apresentem prazos que avançam até o dia 30 de setembro, a orientação do SIMPI é para que os empresários não deixem a regularização para a última hora. Isso porque a Receita Federal já promove, em agosto, procedimentos relacionados à situação das empresas notificadas para exclusão do Simples Nacional. Na prática, enquanto muitos empresários podem considerar setembro como referência para resolver suas pendências, a situação fiscal das empresas que receberam Termo de Exclusão já exige atenção imediata. O SIMPI ressalta que a exclusão do Simples Nacional não representa automaticamente a perda ou o cancelamento do CNPJ. No entanto, pode trazer consequências significativas para a operação do negócio. Fora do regime simplificado, a empresa pode enfrentar uma carga tributária maior, aumento das obrigações acessórias, necessidade de uma estrutura contábil mais complexa e, consequentemente, elevação dos custos administrativos. Por isso, a recomendação é que MEIs e empresários do Simples Nacional com débitos junto à Receita Federal ou à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) verifiquem imediatamente sua situação e analisem as possibilidades disponíveis para regularização ou negociação. Quem recebeu Termo de Exclusão deve conferir as pendências apontadas, observar atentamente os prazos previstos na própria notificação e buscar orientação contábil para definir a melhor forma de solucionar os débitos. Para o SIMPI, o principal risco neste momento é o empresário acreditar que ainda pode esperar simplesmente porque determinada negociação permanece aberta até setembro. A entidade reforça que cada situação deve ser analisada individualmente e que agir antecipadamente amplia as possibilidades de evitar problemas tributários e financeiros posteriormente. Empresários que não sabem se possuem pendências ou têm dúvidas sobre como consultar e regularizar sua situação ainda podem procurar o SIMPI para receber orientação. A mensagem da entidade é direta: não espere setembro chegar para descobrir que agosto era o momento de agir. A prevenção e a regularização antecipada podem evitar custos maiores e dificuldades para a continuidade do negócio em 2027. Assista:

Publicação chega a 36 jornais e mantém contato direto com milhares de MEIs, micro e pequenos empresários por meio do WhatsApp, e-mail, redes sociais e do Minuto SIMPI

Setecentas semanas de informação, orientação e defesa de quem empreende. A Coluna SIMPI, produzida pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de Rondônia (SIMPI-RO), alcança um marco relevante em sua trajetória de comunicação voltada aos pequenos negócios. Ao longo dessas 700 semanas, a publicação vem acompanhando de perto os assuntos que fazem parte da rotina dos Microempreendedores Individuais (MEIs), micros e pequenos empresários, prestadores de serviços, comerciantes e pequenas indústrias, levando informações sobre economia, tributação, legislação, gestão, direitos e outros temas que impactam diretamente o ambiente de negócios. Atualmente, a Coluna SIMPI está presente em 36 jornais em 4 estados, com publicações realizadas todas as terças e quartas-feiras, ampliando o alcance das informações para diferentes públicos e regiões. Além dos veículos de comunicação, o conteúdo ainda chega diretamente aos empresários. O SIMPI mantém uma base de aproximadamente 17 mil contatos pelo WhatsApp e mais de 105 mil endereços de e-mail, além de uma presença diária nas mídias sociais. A estratégia de comunicação ainda ganhou um novo formato com o Minuto SIMPI, projeto que apresenta, em vídeos curtos e objetivos, informações de interesse dos empreendedores. Tributos, mudanças na legislação, gestão, economia, direitos e alertas relevantes para as empresas estão entre os assuntos abordados. Mais do que números, contudo, o marco das 700 semanas representa uma relação construída com milhares de pessoas que todos os dias enfrentam os desafios de manter seus negócios funcionando, gerar renda, criar empregos e movimentar a economia. São comerciantes, prestadores de serviços, MEIs, micro e pequenos empresários e representantes da pequena indústria que encontram na informação uma ferramenta para tomar decisões e compreender mudanças que podem afetar suas atividades. Empresas que atuam diretamente na produção desse conteúdo ainda fazem parte dessa trajetória. É o caso da North Content, responsável por contribuir com a comunicação e a produção de conteúdo do SIMPI, integrando uma história construída diariamente ao lado dos pequenos negócios. Para o SIMPI Rondônia, chegar às 700 semanas é motivo de comemoração, porém ainda reforça a responsabilidade de continuar ampliando o acesso à informação e defendendo os interesses dos empreendedores. Em um cenário de constantes mudanças econômicas, tributárias e regulatórias, a entidade reforça que continuará acompanhando os temas que afetam as empresas e levando informação de forma acessível, direta e próxima de quem empreende. Coluna SIMPI: 700 semanas fortalecendo quem empreende. Assista:

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Há momentos na vida em que o cuidado precisa falar mais alto. A gravidez é um deles. Quando uma mulher descobre que está grávida, inicia uma nova caminhada. Surgem os sonhos, as expectativas, os planos para o futuro e, naturalmente, ainda as preocupações. Afinal, dentro dela está começando uma nova vida. É justamente por isso que o pré-natal não pode ser deixado para depois. Muitas vezes, quando a gestante se sente bem, pode surgir a impressão de que não há necessidade de procurar atendimento com frequência. Mas a verdade é que algumas alterações no decorrer de a gravidez podem surgir silenciosamente, sem apresentar sinais claros no início. O pré-natal existe para acompanhar, prevenir e cuidar. Nas consultas, a equipe de saúde acompanha a evolução da gestação, verifica a saúde da mãe, observa o desenvolvimento do bebê, solicita exames e oferece orientações relevantes para cada fase da gravidez. Mas o pré-natal é muito mais do que números, exames e consultas. É ainda um momento de acolher a mulher, ouvir suas dúvidas, conversar sobre seus medos e prepará-la para uma das experiências mais relevantes de sua vida: o nascimento de seu filho. Por isso, ao confirmar uma gravidez, a orientação é procurar bons profissionais de saúde e iniciar o pré-natal. E não basta começar: é fundamental comparecer às consultas, realizar os exames solicitados e seguir as orientações dos profissionais. A família ainda tem um papel relevante nessa caminhada. Uma palavra de incentivo, o acompanhamento em uma consulta, auxilia nas tarefas do dia a dia ou simplesmente estar presente podem fazer uma grande diferença para a gestante. Vivemos em uma época em que temos acesso a muitas informações. Mas é preciso cuidado para não substituir a orientação profissional por conselhos encontrados nas redes sociais ou relatos de outras pessoas. Cada gestação é única e cada mulher precisa receber um acompanhamento adequado à sua realidade. E fica aqui para reflexão: Quando falamos em pré-natal, não estamos falando apenas de cuidar de uma gestante. Estamos falando de proteger uma vida que está começando. Estamos falando de prevenção, de responsabilidade e de futuro. Por isso, às futuras mamães, deixo uma mensagem simples: não tenham medo de perguntar, não tenham vergonha de procurar auxilia e não deixem para amanhã aquilo que pode proteger vocês e seus bebês hoje. E para os familiares, companheiros e toda a comunidade, fica outro convite: acolham, apoiem e caminhem junto com essas mulheres. Porque uma gestação saudável não depende apenas de consultas e exames. Depende ainda de informação, respeito, acolhimento e amor. Pré-natal é cuidado antes do nascimento. É prevenção antes da emergência. É carinho transformado em atitude. E, quando o assunto é a vida de uma mãe e de um bebê, todo cuidado vale a pena. Assista:

A continuidade da guerra no Oriente Médio retornou a colocar o petróleo no centro das preocupações sobre inflação e juros. O aumento da cotação do barril afeta custos de combustíveis, produtos industriais e fertilizantes, com possíveis impactos sobre as economias dos Estados Unidos e do Brasil. Para o economista Roberto Dumas, a alta do petróleo altera as perspectivas para a inflação norte-americana. O barril chegou a US$ 83, depois de avanço de 8% a 15%, em um cenário de continuidade dos conflitos na região. Segundo Dumas, a pressão sobre o petróleo ainda alcança outros segmentos da economia. A elevação da matéria-prima pode aumentar os preços de derivados, como plásticos, diesel e gasolina. O Oriente Médio ainda concentra parte relevante da produção e do transporte de fertilizantes, incluindo produtos fosfatados, nitrogenados, amônia e cloreto de potássio. Outro ponto destacado pelo economista é a importância do Estreito de Ormuz para o mercado internacional de energia. Por essa passagem circulam entre 20% e 25% do petróleo produzido no mundo. Uma redução na oferta tende a elevar os preços e ampliar os efeitos sobre a inflação. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) chegou a 3,5%. Para Dumas, a alta do petróleo pode interromper o movimento de desaceleração da inflação e reduzir o espaço para cortes de juros. Nesse cenário, a taxa pode permanecer entre 3,5% e 3,75% ou avançar 0,25 ponto percentual, com efeitos sobre a atividade econômica norte-americana e sobre outros mercados. No Brasil, a inflação medida pelo IPCA passou de 4,72% em maio para 4,64% em junho. A queda contribuiu para a alta da Bolsa no período, segundo a análise do economista. Com a pressão sobre os preços de energia e insumos provocada pelo conflito, a expectativa apresentada por Dumas é de uma nova alta da inflação em julho. A avaliação considera ainda o efeito da política monetária sobre a atividade econômica. Dumas explica que as decisões de juros produzem efeitos ao longo de um período estimado em aproximadamente 18 meses. Por isso, o horizonte relevante da política monetária deveria considerar os efeitos sobre a economia em períodos posteriores à decisão atual. Na avaliação do economista, a última ata do Comitê de Política Monetária (Copom) ampliou esse horizonte para o primeiro trimestre de 2028, considerando uma inflação próxima de 3,3%, acima da meta de 3%. Com essa projeção, a Selic poderia encerrar o período em torno de 14%, enquanto o spread bancário permaneceria elevado. Para as micro e pequenas empresas, o cenário envolve pressão sobre custos, crédito e condições financeiras. Dumas ainda aponta alternativas de proteção patrimonial para quem possui recursos disponíveis para aplicação, citando investimentos atrelados ao IPCA e modalidades pós-fixadas vinculadas à Selic ou ao CDI. Enquanto o conflito no Oriente Médio persistir, empresas e investidores devem seguir ajustando decisões conforme o comportamento da inflação, dos juros e dos preços de commodities. Assista:

A entrada da reforma tributária na fase de testes ocorre em meio a dúvidas sobre a aplicação das novas regras, os prazos de vigência e os procedimentos para emissão de documentos fiscais. Para o advogado Piraci Oliveira, a falta de definições sobre esses pontos dificulta a tomada de decisões por empresas e profissionais da área tributária. A reforma tributária foi aprovada entre 2024 e 2025, com previsão de utilização de 2026 como período de testes. Nessa etapa, seriam aplicadas alíquotas de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, com o objetivo de reunir informações para calibrar o sistema de tributação e preservar o princípio de neutralidade previsto na reforma. Segundo Oliveira, a aplicação das regras passou por mudanças no cronograma. Na última semana de janeiro, foi editado o Ato Conjunto nº 1, que suspendeu os efeitos da obrigatoriedade até três meses e um dia depois de a publicação da regulamentação. O prazo para a entrada em vigor da fase de testes iniciou a ser contado depois de a publicação do regulamento da CBS, em 29 de abril, seguida pela regulamentação do IBS. Com a contagem dos meses de maio, junho e julho, o início da nova etapa estava previsto para o primeiro dia útil de agosto. Antes da data, contudo, surgiram dúvidas relacionadas aos sistemas necessários para a emissão de notas fiscais e à aplicação das regras em operações envolvendo serviços, venda e locação de imóveis. Entre os questionamentos estavam os procedimentos para emissão de notas fiscais com ISS e a definição sobre a utilização de sistemas municipais ou do portal nacional. A situação levou o governo a divulgar, em 27 de julho, a previsão de um novo cronograma para a implementação das etapas da reforma. O cronograma divulgado posteriormente manteve para 3 de agosto a aplicação das regras para empresas prestadoras de serviços e documentos destinados ao consumidor, enquanto outras etapas foram transferidas para outubro, dezembro e janeiro, incluindo operações relacionadas à locação de imóveis. Em 1º de agosto, dois dias antes do início previsto da nova etapa, o governo publicou em seu site uma orientação informando que notas fiscais emitidas a partir de 3 de agosto sem destaque de CBS e IBS não seriam rejeitadas. Para Oliveira, a medida deixou dúvidas sobre os efeitos jurídicos da ausência dos tributos nos documentos fiscais. O advogado avalia que ainda há questões sem definição sobre a obrigatoriedade do destaque de CBS e IBS no decorrer de a fase de testes e sobre a possibilidade de aplicação de penalidades. Também permanecem pendências relacionadas à emissão de notas fiscais por pessoas físicas e às operações de locação. Diante desse cenário, Oliveira orienta os clientes a considerar a interpretação de que a manifestação do governo representa uma suspensão dos efeitos da reforma. Nesse entendimento, a emissão de notas fiscais sem o destaque dos tributos no decorrer de a fase de testes não resultaria em punição. A orientação, segundo ele, envolve risco enquanto não houver uma definição formal dos órgãos responsáveis. Para o advogado, empresas devem acompanhar as novas orientações e avaliar os procedimentos adotados para reduzir riscos enquanto os órgãos responsáveis não apresentam uma definição formal sobre a emissão de documentos fiscais nessa etapa. Assista:

Fonte: News Rondônia

FONTE/CRÉDITOS: News Rondônia — https://newsrondonia.com.br/noticias/2026/08/12/coluna-do-simpi-simpi-alerta-debitos-com-a-receita-nao-espere-setembro-chegar/
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