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Quarta-feira, 10 de Junho de 2026
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Policial

Polícia impede latrocínio e prende membros de facção em Jaci-Paraná

Grupo planejava roubar e matar empresário no distrito; ação conjunta entre PM e Civil resultou na apreensão de armas, munições e simulacro em serraria abandonada.

Se Liga PVH
Por Se Liga PVH
Polícia impede latrocínio e prende membros de facção em Jaci-Paraná
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Uma operação conjunta entre as polícias Militar e Civil desarticulou, na manhã desta quarta-feira (22), um plano de latrocínio contra um empresário no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho. A ação ocorreu após denúncias de que integrantes de uma facção criminosa estavam arquitetando o roubo e a execução da vítima, identificada apenas como Paulo. O empresário confirmou às autoridades que vinha recebendo ameaças e mensagens de um número desconhecido, cuja foto de perfil pertencia a um menor já conhecido no meio policial por integrar o Comando Vermelho.

As equipes se deslocaram até uma serraria abandonada na Rua Sebastião Gomes, no centro do distrito, local apontado como ponto de venda de entorpecentes e esconderijo dos suspeitos. Ao perceberem a chegada das viaturas, três indivíduos tentaram fugir para o interior da estrutura, mas foram alcançados e abordados pelos agentes. No local, os policiais prenderam Alisson C., de 23 anos, e apreenderam dois menores, de 16 e 17 anos, identificados como Wesley H. e George M.

Durante a revista minuciosa na serraria, os policiais localizaram uma arma de fogo de fabricação caseira calibre .22 com quatro munições intactas, um simulacro de pistola, balanças de precisão e dois facões. Segundo os detidos, os facões seriam utilizados para decapitar rivais. Também foram apreendidos celulares e pertences pessoais que reforçam a tese de atividades ilícitas no local. A periculosidade do grupo exigiu o uso de algemas durante o transporte para a capital.

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O caso também registrou um impasse administrativo com o Conselho Tutelar de Jaci-Paraná. De acordo com o relatório policial, a conselheira de plantão foi informada da apreensão dos menores por volta das 11h55, mas, após quatro horas de espera, não compareceu à Central de Flagrantes em Porto Velho, alegando falta de transporte. Os envolvidos foram apresentados à autoridade policial para o registro da ocorrência e devem responder por crimes que incluem formação de quadrilha, posse ilegal de arma e ameaça.

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