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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2026
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Potências mundiais divergem sobre ofensiva militar contra o Irã

Enquanto Rússia e Espanha condenam o ataque unilateral, Japão e Austrália priorizam a segurança de seus cidadãos e o apoio à contenção nuclear do regime.

Se Liga PVH
Por Se Liga PVH
Potências mundiais divergem sobre ofensiva militar contra o Irã
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A comunidade internacional reagiu de forma polarizada ao ataque conjunto realizado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado, 28. A ofensiva, denominada “Operação Fúria Épica”, interrompeu esforços diplomáticos e gerou uma onda de manifestações que variam entre a condenação por violação do Direito Internacional e o apoio estratégico à eliminação de ameaças nucleares. A Rússia, através de Dmitry Medvedev, criticou duramente a ação, classificando as negociações prévias como uma “fachada” e ironizando a longevidade das nações envolvidas frente à história milenar do Império Persa.

Na Europa, o tom foi de apreensão e divisão. O presidente da França, Emmanuel Macron, alertou para as “graves consequências” à segurança global, enquanto o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, rechaçou a ação unilateral, exigindo uma desescalada imediata para evitar uma guerra prolongada no Oriente Médio. Por outro lado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, focou na preocupação com a segurança nuclear, lembrando que o bloco já mantém sanções rigorosas contra o que chamou de “regime assassino” do Irã e sua Guarda Revolucionária.

Reações na Ásia e Oceania

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Países do Oriente e da Oceania adotaram posturas focadas em logística de segurança e alinhamento ideológico com o Ocidente.

Japão: A primeira-ministra Takaichi Sanae ativou protocolos de emergência para proteger cidadãos japoneses na região. O país já havia iniciado evacuações preventivas antes mesmo do anúncio oficial do ataque.

Austrália: O primeiro-ministro Anthony Albanese declarou apoio total aos Estados Unidos, afirmando que a ação é necessária para impedir que o Irã obtenha armas nucleares e continue a desestabilizar a paz mundial.

Líbano: Em uma posição delicada, o primeiro-ministro Nawaf Salam fez um apelo patriótico aos libaneses para que não permitam que o país seja arrastado para “aventuras” que ameacem sua unidade nacional.

Incerteza diplomática

O ataque ocorre em um momento crítico, apenas dois dias após uma rodada de conversas em Genebra que, segundo mediadores, apresentava progressos. Para muitos analistas internacionais, a ação coordenada entre Washington e Tel Aviv redefine as regras do jogo na região, priorizando a força militar em detrimento dos acordos de não proliferação. Enquanto os ataques persistem, o cenário de uma solução política duradoura parece cada vez mais distante, dando lugar a uma ordem internacional marcada pela incerteza e pela hostilidade entre grandes blocos de poder.

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FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil - 20
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